Diante das notícias veiculadas desde 01 de julho de 2019 na imprensa goiana, a GT1 Tecnologia vem se posicionar acerca da noticiada “Operação Morfina” deflagrada pela Polícia Civil do Estado de Goiás, visando a apuração de fraudes dentro do IPASGO, uma vez que esta empresa vem sendo alvo de insinuações e acusações que partem de pressupostos completamente descolados da realidade.

A empresa GT1 não é o alvo da investigação que trata esta fase da Operação Morfina, conforme já pronunciado pela Polícia Civil do Estado de Goiás.
  
Tendo em vista as boas práticas de transparência e compliance adotados pela GT1 há vários anos, sua diretoria deliberou por esclarecer publicamente os fatos colocados em questão pela imprensa e se prontifica a esclarecer às Autoridades Públicas e Poder Judiciário toda e qualquer situação que envolva a sua prestação de serviços legalmente contratada através de licitação pública junto ao IPASGO, inclusive com a apresentação dos documentos pertinentes, que são de domínio público e disponíveis nos portais de transparência do Estado.

No período de 2011 a 2019 a GT1 celebrou, junto ao IPASGO, 05 (cinco) contratos, todos por meio de licitação pública, onde 04 (quatro) contratos são para fornecimento de mão de obra técnica e administrativa e 01 (um) contrato exclusivamente de manutenção de equipamentos, sem fornecimento de softwares.
 
 SOBRE AS ALEGAÇÕES AMPLAMENTE DIVULGADAS PELA IMPRENSA
 
A alegação que a GT1 Tecnologia tenha sido criada em 2011 com o intuito único de fraudar o IPASGO É TOTALMENTE INFUNDADA. A empresa GT1 foi fundada em 2006 em Brasília-DF, mantendo até hoje seu sócio fundador e só veio a se sagrar vencedora de processo licitatório no IPASGO, a partir do ano 2011, ou seja, já possuindo vivência e experiência profissional acumulados em mais de cinco anos de atividade. Até o presente momento, já passaram pela GT1 em cumprimento aos contratos perante o IPASGO, algumas centenas de empregados e, apenas 07 (sete) empregados tiveram suas condutas profissionais questionadas por meio de investigação policial (Operação Morfina).

Sobre a fraude em sistemas
 
Apesar da empresa ter como o objeto social principal a prestação de serviços de Tecnologia da Informação, os contratos junto ao IPASGO têm por objeto a locação de mão de obra técnica e administrativa, não possuindo qualquer sistema alocado no IPASGO.
 
As contratações dos empregados para a execução dos serviços contratados, orientações, assim como as demandas de execução das atividades dos empregados, é e sempre foi de responsabilidade exclusiva do IPASGO por força das cláusulas e condições dispostas nos contratos administrativos firmados entre GT1 e IPASGO. Os empregados da GT1 alocados no IPASGO nunca tiveram subordinação de trabalho junto a Diretoria e Gerências da própria GT1.
 
Outro ponto importante a esclarecer é que os sistemas já existentes ou que viriam a ser desenvolvidos resultantes dessa prestação de serviços são de propriedade exclusiva do IPASGO. Assim sendo, qualquer matéria veiculada pela imprensa que apontem para a tese de que os sistemas eram de propriedade e uso exclusivo da GT1 é absolutamente absurda.

Sobre os profissionais investigados

A GT1 tomou conhecimento dos fatos investigados pelas notícias veiculadas pela impressa na parte da tarde do dia 01/07/2019. Quando procurou o IPASGO para esclarecimentos, momento esse que foi oficiada que 07 (sete) empregados foram colocados a disposição da GT1 devido a determinação judicial. Não foi informado o teor da investigação ou dos fatos ocorridos.

A GT1 afastou os 06 (seis) profissionais de suas funções, uma vez que o 7º já não pertence ao quadro da empresa desde 2016. Ressalta-se ainda, que 06 desses 07 empregados já prestavam serviços ao IPASGO, de acordo com seu histórico profissional, antes da GT1 assumir o contrato inicial em 2011 e foram contratados para o quadro de empregados da GT1 por opção do próprio IPASGO em manter esses profissionais, assim como vários outros.
  
Diante do que é de conhecimento público até o momento, a GT1 afirma que repudia veementemente qualquer ato atentatório ao erário público, não pactua, nunca admitiu ou compactuou com qualquer conduta ilícita, sendo que a empresa, através de seu corpo jurídico, vem adotando as medidas legais cabíveis para contribuir com as investigações e elucidação dos fatos.
 
Reafirmamos que a GT1 não está envolvida em nenhuma das fraudes apresentadas, ficando a disposição para auxiliar nas investigações, inclusive com a demonstração dos documentos citados. Confiamos que os fatos serão devidamente apurados pelas autoridades competentes, demonstrando a lisura das ações da GT1 em toda sua conduta empresarial.
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